DIVULGAR CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ASSIM COMO FATOS LIGADOS A JOSÉ REIS
terça-feira, 3 de abril de 2012
domingo, 18 de março de 2012
E AGORA MESTRE AZIZ AB' SABER? O QUE IRRESPONSÁVEIS FIZERAM DO NÚCLEO JOSÉ REIS QUE O SR. ADMIRAVA? SALVAREMOS

VEJA TAMBÉM MATÉRIA SOBRE MIGUEL NICOLELIS, SUBSTITUTO DE PAVAN NA ACADEMIA DE CIÊNCIAS DO VATICANO
http://cropavan.blogspot.com.br/
CITAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DO PROFESSOR AZIZ AB' SABER SOBRE O NÚCLEO JOSÉ REIS, PARA O JORNAL DO CAMPUS, EM 20 DE OUTUBRO DE 2010. E AGORA, MESTRE? TEMOS TUDO PARA SALVAR O QUE VOCÊS ACREDITARAM.
De acordo com o geógrafo e professor emérito da USP, Aziz Ab’Saber, “o acervo é muito importante e precisa ser bem protegido e bem exposto”. Aziz conheceu José Reis e confirma ter dado palestras e participado de um evento no núcleo ainda este ano. O professor é citado por Osmir Nunes numa carta à Pró-Reitoria como um dos apoiadores do núcleo. Apesar de desconhecer a carta, Aziz manifesta apoio à equipe em relação ao acervo: “eu conheço o trabalho deles e admiro muito”
A SORTE É QUE TEMOS MATERIAL GUARDADO DO SR., INÉDITO, QUE NÃO CONSEGUIRAM JOGAR NO LIXO COMO PRETENDIAM...
EQUIPE ABRADIC/NJR

O PRÊMIO SERÁ ENTREGUE NA REUNIÃO DA SBPC, COMO TODO ANO, QUE TEM CRODOWALDO PAVAN E JOSÉ REIS, SEU FUNDADOR, COMO PRESIDENTES EMÉRITOS.

SENHORES, O MICROSCÓPIO DO PROF. CRODOWALDO PAVAN É DO ACERVO ABRADIC, ENTREGUE EM MÃOS POR OCTAVIO HENRIQUE PAVAN, EM NOME DA FAMÍLIA. PODEM DIZER SE JOGARAM NO LIXO TAMBÉM?
EQUIPE ABRADIC/ NJR
ACERVO
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
JOSÉ REIS NO ACERVO ABRADIC - NJR, 2012
Crodowaldo Pavan, Osmir Nunes, comigo que me recuperava de problema de saúde, em fevereiro de 2009, no ACERVO JOSÉ REIS.Foi a útima entrevista nossa lá,para o usponline. Pavan morreu 3 de Abril, e logo tentaram mudar tudo que ele construiu. Os livros estão encaixotados e correndo risco de se perderem, assim como documentos que ele amava.

O projeto de pesquisa da obra de José Reis continua,graças ao ACERVO ABRADIC/NJR, doado pela família ilustre de Fernando Reis, em 2011.
Temos obras muito boas, e entre elas um livro escrito pelo próprio José Reis, quando dizia como alguns professores titulares da USP, em 1947, o perseguiram com calúnias.
Ele os enfrentou, teve sua biblioteca quase acabada, saiu da USP e fundou a SBPC.Mas deixou tudo em livro, e pediu justiça. Coisas maravilhosas da divulgação científica, que nos encanta na pesquisa que fazemos. E nos motiva a continuar fazendo-a.
Glória Kreinz e equipe

O projeto de pesquisa da obra de José Reis continua,graças ao ACERVO ABRADIC/NJR, doado pela família ilustre de Fernando Reis, em 2011.
Temos obras muito boas, e entre elas um livro escrito pelo próprio José Reis, quando dizia como alguns professores titulares da USP, em 1947, o perseguiram com calúnias.
Ele os enfrentou, teve sua biblioteca quase acabada, saiu da USP e fundou a SBPC.Mas deixou tudo em livro, e pediu justiça. Coisas maravilhosas da divulgação científica, que nos encanta na pesquisa que fazemos. E nos motiva a continuar fazendo-a.
Glória Kreinz e equipe
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
JOSÉ REIS É PRÊMIO DO CNPq E ESTÁ NA WIKIPEDIA
ACERVO JOSÉ REIS NA ABRADIC;Glória Kreinz divulga e continua pesquisa


O Projeto José Reis Unidade na Diversidade, de minha autoria em 1995, começou um trabalho de resgate da obra de José Reis. Em 1996 Crodowaldo Pavan começou a trabalhar comigo, entusiasmado com este projeto, e ficou até o ano de sua morte, 2009.
Outros nomes se juntaram nesta pesquisa, Renato Pignatari, Luciana Dias de Moraes, Mauro Celso Destácio, Marcelo Afonso,Osmir Nunes e assim surgiu o primeiro volume da coleção Divulgação Científica, em 1998, pelo Núcleo José Reis.
Esta equipe continua comigo, menos Luciana, com quem mantenho contato.Os anos passaram depressa, mas gostamos do que fazemos, como nos ensinou o mestre Crodowaldo Pavan.
E tem muito ainda para ser feito. José Reis tem uma obra vastíssima, e só o acervo que o seu sobrinho, Fernando Reis, deixou para a ABRADIC,já se constitui em imenso legado de pesquisa.
Mas tem o acervo José Reis, e este está com a Reitoria da USP, por responsabilidade de professores e pessoas que gostam de manter bibliotecas fechadas.


O Projeto José Reis Unidade na Diversidade, de minha autoria em 1995, começou um trabalho de resgate da obra de José Reis. Em 1996 Crodowaldo Pavan começou a trabalhar comigo, entusiasmado com este projeto, e ficou até o ano de sua morte, 2009.
Outros nomes se juntaram nesta pesquisa, Renato Pignatari, Luciana Dias de Moraes, Mauro Celso Destácio, Marcelo Afonso,Osmir Nunes e assim surgiu o primeiro volume da coleção Divulgação Científica, em 1998, pelo Núcleo José Reis.
Esta equipe continua comigo, menos Luciana, com quem mantenho contato.Os anos passaram depressa, mas gostamos do que fazemos, como nos ensinou o mestre Crodowaldo Pavan.
E tem muito ainda para ser feito. José Reis tem uma obra vastíssima, e só o acervo que o seu sobrinho, Fernando Reis, deixou para a ABRADIC,já se constitui em imenso legado de pesquisa.
Mas tem o acervo José Reis, e este está com a Reitoria da USP, por responsabilidade de professores e pessoas que gostam de manter bibliotecas fechadas.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - IMPORTÂNCIA NOS JORNAIS- JOSÉ REIS

"Esse aspecto configura uma fase interessante da divulgação científica, que continua muitas vezes em correspondência particular, uma vez que nem todos os assuntos podem transformar-se em artigo de jornal, tão limitado o seu interesse.
"Minha conclusão é a de ser a divulgação científica uma atividade útil e necessária, que mereceria apoio ainda maior do que já tem, que justificaria muito maior empenho a fim de tornar cada vez menor o desperdício de informação científica, que hoje é muito grande, segundo Thistle, pois numerosas são as barreiras que se interpõem entre a descoberta e o conhecimento científico, de um lado, e sua comunicação e absorção pelo público de outro (barreira do próprio conhecimento limitado do cientista, barreira da linguagem, barreira do segredo profissional, barreira da imprimibilidade, barreira natural do auditório). Mereceria ela, a meu ver, maior compreensão dentro das universidades, como atividade extracurricular que, sem dúvida, é das mais importantes, e como esforço, dos mais dignos, de educação do homem comum e de sua integração mais segura na sociedade a que pertence, tão profundamente influenciada pela ciência e pela tecnologia."
EM NOME DE JOSÉ REIS E CRODOWALDO PAVAN EXIGIMOS RESPEITO COM OS ESTUDANTES DA USP. ESTUDARAM MUITO PARA CHEGAR ATÉ LÁ.
sábado, 30 de julho de 2011
WIKIPEDIA EXPLICA PRÊMIO JOSÉ REIS
ESTE ANO A EDITORA DA GLOBO GANHOU O PRÊMIO JOSÉ REIS DO CNPq EM DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA. Veja notícia no post abaixo.
CONHEÇA TAMBÉM O BLOG QUE ATUALIZA O QUE ESTÁ ANTIGO NA INTERNET
http://wwwecauspbrnjr.blogspot.com/
CONHEÇA TAMBÉM O BLOG QUE ATUALIZA O QUE ESTÁ ANTIGO NA INTERNET
http://wwwecauspbrnjr.blogspot.com/
sábado, 23 de julho de 2011
Prêmio José Reis de Divulgação Científica é da editora do Globo; Glória Kreinz divulga
Fonte - convergenciaunibh.webnode.com.br/

2011-07-12 13:39
Jornalismo científico é tema de palestra da vencedora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica
Gabriela Rosa
Na avaliação da jornalista laureada, juventude interessada em ciência serve de impulso para a expansão da prática do jornalismo cientifico no país.
A vencedora do 31° Prêmio José Reis de Divulgação Científica, Ana Lúcia Vieira Azevedo, fez ontem a tradicional palestra do laureado, que acontece sempre no primeiro dia de conferências e mesas redondas da SBPC. A jornalista falou de sua experiência como editora de Ciência, Meio Ambiente, História e Saúde do Caderno o Globo.
De acordo com Ana Lúcia é o interesse do jovem, principalmente nos temas de ciência, tecnologia e assuntos ligados à biologia, que fez o espaço do jornalismo cientifico aumentar nos jornais, revistas e internet além do crescimento no número de matérias com temática cientifica. “Nós temos pesquisas que apontam que entre os jovens a ciência é o segundo assunto de maior interesse nos jornais, perdendo apenas para os esportes, o que no Brasil não é tão ruim assim”, afirma.
Mas, para o jornalista aumentar o espaço das matérias de ciência e tecnologia, não se deve restringir a necessidade de atender ao público jovem. Essa é uma forma de tornar comum a produção científica que modifica a vida das pessoas, seja essa produção relacionada a assuntos de mais fácil compreensão ou até mesmo os mais complexos.
Em sua palestra Ana Lucia tratou ainda do uso da fotografia e do infográfico no jornalismo cientifico. Para ela, a utilização desses recursos facilita a compreensão das matérias, alem de chamar a atenção e despertar o interesse em relação aos cadernos de ciência e tecnologia.
Jornalismo Científico no Jornal O Globo
No Jornal O Globo, esse interesse para a ciência se refletiu na criação da Revista Planeta Terra de Meio Ambiente, que mensalmente é entregue aos assinantes do jornal e traz matérias especiais focando o meio ambiente e a sustentabilidade, nos mesmos moldes da revista Nathional Geografic. O Globo foi também o primeiro a fazer uma página diária especial de história ou arqueologia, em 2007. Ana Lucia destaca que uma das grandes dificuldades do Jornalismo Cientifico é fazer com que o público entenda facilmente o que foi dito pelo pesquisador. E que os jornalistas iniciantes devem tomar cuidado para não escorregar nesse quesito. 2011-07-12 13:39
2011-07-12 13:39
Jornalismo científico é tema de palestra da vencedora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica
Gabriela Rosa
Na avaliação da jornalista laureada, juventude interessada em ciência serve de impulso para a expansão da prática do jornalismo cientifico no país.
A vencedora do 31° Prêmio José Reis de Divulgação Científica, Ana Lúcia Vieira Azevedo, fez ontem a tradicional palestra do laureado, que acontece sempre no primeiro dia de conferências e mesas redondas da SBPC. A jornalista falou de sua experiência como editora de Ciência, Meio Ambiente, História e Saúde do Caderno o Globo.
De acordo com Ana Lúcia é o interesse do jovem, principalmente nos temas de ciência, tecnologia e assuntos ligados à biologia, que fez o espaço do jornalismo cientifico aumentar nos jornais, revistas e internet além do crescimento no número de matérias com temática cientifica. “Nós temos pesquisas que apontam que entre os jovens a ciência é o segundo assunto de maior interesse nos jornais, perdendo apenas para os esportes, o que no Brasil não é tão ruim assim”, afirma.
Mas, para o jornalista aumentar o espaço das matérias de ciência e tecnologia, não se deve restringir a necessidade de atender ao público jovem. Essa é uma forma de tornar comum a produção científica que modifica a vida das pessoas, seja essa produção relacionada a assuntos de mais fácil compreensão ou até mesmo os mais complexos.
Em sua palestra Ana Lucia tratou ainda do uso da fotografia e do infográfico no jornalismo cientifico. Para ela, a utilização desses recursos facilita a compreensão das matérias, alem de chamar a atenção e despertar o interesse em relação aos cadernos de ciência e tecnologia.
Jornalismo Científico no Jornal O Globo
No Jornal O Globo, esse interesse para a ciência se refletiu na criação da Revista Planeta Terra de Meio Ambiente, que mensalmente é entregue aos assinantes do jornal e traz matérias especiais focando o meio ambiente e a sustentabilidade, nos mesmos moldes da revista Nathional Geografic. O Globo foi também o primeiro a fazer uma página diária especial de história ou arqueologia, em 2007. Ana Lucia destaca que uma das grandes dificuldades do Jornalismo Cientifico é fazer com que o público entenda facilmente o que foi dito pelo pesquisador. E que os jornalistas iniciantes devem tomar cuidado para não escorregar nesse quesito. 2011-07-12 13:39
Assinar:
Comentários (Atom)

